amplexamplexhttps://www.amplex.com.br/blogComo os aplicativos móveis podem ajudar Seguradoras e empresas de Energia e Engenharia]]>James Rice-McAulayhttps://www.amplex.com.br/single-post/apps-moveis-Energia-Seguradorashttps://www.amplex.com.br/single-post/apps-moveis-Energia-SeguradorasWed, 26 Jun 2019 22:17:22 +0000
Foto: Jakub Gorajek / Unsplash
Melhor ligar para o Seguro...
Em algum momento de nossas vidas, todos nós já tivemos que preencher algum formulário de sinistro. E hoje em dia funciona assim: a gente liga para a companhia de seguros, fala com alguém, explica a situação, tira fotos, baixa o formulário on-line, digitaliza documentos e faz o upload das imagens. Em seguida, espera pacientemente que o caso seja processado. Fácil para alguns, um pouco mais complicado para outros, mas o fato é que é muito bom que a companhia de seguros tenha um canal on-line para fazermos todo o registro.
Agora imagine como é a rotina para agentes de seguros ou engenheiros que trabalham em campo... Eles têm que ir até um determinado local - muitas vezes bem distante - tirar fotos para fins de documentação e voltar para o escritório, onde precisam descarregar e classificar as imagens, esperando que tudo esteja completo. E se eles esquecerem de anotar certos detalhes importantes e que precisam ser adicionados às imagens - como descrição exata do local ou números de identificação de equipamentos e estruturas ?
Uploads diretos
O sistema FotoWare facilita o registro das informações, dando aos nossos clientes a chance de fazer upload do material coletado diretamente para o banco de imagens. Isso garante um upload seguro de ponta a ponta, preservando o arquivo em seu formato original. As tags (metadados) podem ser adicionadas às imagens no próprio dispositivo móvel ou tablet que as capturaram, garantindo que todas as imagens possam ser facilmente localizadas, posteriormente, através dos seus metadados. Nenhuma imagem ou informação importante é perdida, garantindo total controle sobre qualquer imagem associada a um determinado caso.
Foto: Matthew Henry / Unsplash
Economize tempo, evite a frustração
Graças às notificações do sistema, os administradores podem aprovar as imagens assim que elas chegam. Esqueceu-se de tirar uma determinada foto ou registrar algum parâmetro ? É melhor ser informado enquanto você está no local, do que viajar de volta e, só então, descobrir que você precisa retornar a campo para coletar mais dados! Os apps de gerenciamento do banco de imagens para dispositivos móveis e tablets, portanto, não apenas economizam tempo, mas também ajudam as equipes a se organizarem, garantindo que tudo esteja devidamente classificado e em um mesmo lugar, em vez de informações espalhadas em diferentes dispositivos e estruturas de arquivos. Isso também ajuda com as regulações de conformidade (GDPR, por exemplo).
Tire o máximo proveito das suas imagens
Os benefícios são enormes, já que as imagens se tornam imediatamente acessíveis para todos que trabalham em um determinado caso, por intermédio dos metadados associados, como números de identificação, data, hora, localização, etc.
Além disso, graças às nossas APIs abertas, é possível ainda construir integrações com sistemas para os quais os arquivos precisariam ser enviados, como um CRM, ERP ou mesmo entidades externas.
Leia aquisobre como a Storebrand mantém o controle sobre seus ativos digitais utilizando o sistema FotoWare.
Fonte: https://www.fotoware.com/blog/how-mobile-apps-can-help-insurance-and-energy-companies
Quer saber mais como o Digital Asset Management FotoWare pode ajudá-lo? Continue acompanhando o nosso blog para descobrir como organizações no Brasil e no mundo gerenciam seus ativos digitais com eficiência e qualidade.
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6 Tendências em Gerenciamento de Ativos Digitais para 2020]]>Eunbyeol Kohhttps://www.amplex.com.br/single-post/6-Tends-2020https://www.amplex.com.br/single-post/6-Tends-2020Thu, 16 May 2019 19:18:28 +0000
O Gerenciamento de Ativos Digitais está em alta há vários anos e vem se moldando cada vez mais pelas tecnologias emergentes. Listamos a seguir 6 tendências deste mercado, nas quais você deve ficar de olho.
1. A "Jornada do Comprador" está mudando
Há apenas 5 ou 6 anos atrás, ao ficarmos insatisfeitos com um produto, simplesmente conversávamos com nossos conhecidos a respeito e eventualmente registrávamos uma reclamação com o fornecedor. Mas no mundo digital em que vivemos hoje, o feedback do cliente viaja muito mais rápido do que antes. E precisamos prestar atenção em alguns pontos:
Espera-se que 80% da jornada do comprador ocorra sem qualquer interação direta entre humanos em 2020;90% dos compradores B2B dizem que encontrarão você quando estiverem prontos;85% das interações com clientes serão automatizadas em 2020.
(fonte: Cloud predictions, Oracle, 2019)
Os clientes estão cercados por informações e a jornada de compra deixou de ser uma via de mão única. Neste cenário, a velocidade é essencial para as vendas: você precisa entregar o conteúdo certo rapidamente e estar disponível para responder perguntas assim que solicitado. A interação com os clientes acontecerá em muitos níveis diferentes, o que significa que precisamos começar a pensar que a automação do marketing é a forma mais viável de atingir as metas de relacionamento com o mercado.
Foto: rawpixel, Unsplash
2. Da Confiança Zero à Confiança Digital
Em 2010, um novo conceito chamado Zero Trust (Confiança Zero) foi introduzido, propondo que as organizações deveriam verificar todo o tráfego de rede, a fim de detectar comportamentos anormais, principalmente antes de conceder acessos ("nunca confiar, sempre verificar").
Segurança e risco ainda são os principais inibidores para adoção da computação em nuvem. No entanto, as coisas estão evoluindo. Os serviços de segurança baseados em nuvem representarão um volume de negócios da ordem de US$ 15 bilhões até 2023.
Confiança é o fator mais importante em toda e qualquer interação que temos com um cliente.
3. Vamos para a nuvem
Líderes de mercado estão produzindo inovações na nuvem e não há sinais de desaceleração. Uma pesquisa da Oracle mostra que 85% de todo processamento corporativo migrará para a nuvem e que as organizações estarão provavelmente incluindo seus arquivos de mídia neste movimento. Além disso, 80% das organizações terão migrado seus data centers locais para a nuvem até 2025.
Sua empresa tem uma estratégia para a nuvem? As ferramentas de gerenciamento de ativos digitais, como o FotoWare, podem pavimentar o seu caminho - migrando seus dados locais ou em ambiente híbrido para a nuvem ou para o FotoWare SaaS.
Imagem: FotoWare
4. Muito além do computador
No nosso dia a dia, estamos rodeados por "coisas" conectadas. O Gartner Group sustenta que, em 2020, 95% dos novos produtos tecnológicos irão utilizar a Internet das Coisas. A IoT(Internet of Things) englobará bilhões de dispositivos e nossos arquivos de mídia não serão mais encontrados em um computador apenas - eles estarão em qualquer dispositivo inteligente, como smartphones, tablets e wearables, que estejam conectados a ambientes como nossa casa, local de trabalho, carro e mais.
Uma forma de integração IoT é através de APIs, que são pontos de interação entre um dispositivo e a rede. É inevitável que as organizações do setor de tecnologia ofereçam recursos cada vez mais avançados de integração através de APIs.
5. Além da classificação automática
A Inteligência Artificial está se tornando uma poderosa aliada para o gerenciamento de ativos digitais - a classificação automática por reconhecimento de imagem, por exemplo, já está disponível hoje. Outros exemplos de como um sistema DAM (Digital Asset Management - Gerenciamento de Ativos Digitais) pode se beneficiar da IA são: transcrição de fala, leitura labial, identificação de padrões em imagens, verificação de identidade, detecção de erros em documentos e reconhecimento de emoções em rostos, vozes ou textos.
Foto: Jenna Day, Unsplash
6. Usabilidade acima de tudo
97% dos usuários empresariais mencionam "facilidade de uso" como a qualidade mais importante em sistemas de TI. Usabilidade é vital. Se o seu produto ou conteúdo é difícil de usar ou compreender, isso significa que você está provendo uma experiência ruim para o seu cliente.
Além disso, não se trata apenas da facilidade de uso de seu produto ou serviço - a usabilidade também deve ser garantida durante toda a jornada do cliente - desde o momento em que as pessoas pesquisam seus produtos/serviços pela primeira vez, até retornarem a você, após usá-los, para obter suporte. Toda a experiência deve ocorrer de maneira tão fácil e suave quanto possível.
Fonte: https://www.fotoware.com/blog/7-dam-market-trends-2020
Quer saber mais como o Digital Asset Management FotoWare pode ajudá-lo nesta jornada? Continue acompanhando o nosso blog para descobrir como organizações no Brasil e no mundo gerenciam seus ativos digitais com eficiência e qualidade.
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Como o gerenciamento de ativos digitais pode ajudar você a se preparar para um evento de marketing]]>Alex Kronenberghttps://www.amplex.com.br/single-post/2019/04/08/Como-se-preparar-evento-marketinghttps://www.amplex.com.br/single-post/2019/04/08/Como-se-preparar-evento-marketingTue, 09 Apr 2019 03:26:31 +0000
Preparar-se para eventos é uma das experiências mais estressantes da vida de um profissional de marketing. Milhares de coisas para organizar, desde a criação de todo o material de marketing, como folhetos, banners e brindes promocionais, até o planejamento da logística e o controle para que tudo esteja no lugar certo, na hora certa. Ah, além da "pequena" questão de gerenciar os canais de mídia social antes, durante e depois do evento também...
Em março, a Fotoware participou da MTEX B2B Marketing Expo, no centro ExCel, Londres, e pensamos em dar três grandes exemplos de como o gerenciamento dos nossos próprios ativos digitais nos ajudou na organização - e que também podem ajudar você a se preparar para os seus próximos eventos de marketing.
1. Encontrar os arquivos que você precisa em segundos!
Este ano, a equipe da Fotoware para o evento envolveu colegas dos departamentos de Marketing, Design e Vendas, que foram encarregados do planejamento, design e criação de materiais para a exposição. A Fotoware enfatiza fortemente a importância de trabalhar com eficiência e, por isso, é vital para todos saber onde podem encontrar arquivos e recursos essenciais, como logotipos, gráficos ou PDFs, para completar suas diversas tarefas de produção.
Um sistema de Gerenciamento de Ativos Digitais (DAM - Digital Asset Management) é projetado para ser usado como o repositório central de todos os arquivos. A criação de uma área específica para um evento ou projeto, no qual você está trabalhando, economizará tempo e energia de todos os envolvidos. Ninguém precisa perguntar "Você sabe onde posso encontrar esse arquivo ou essa imagem?", porque todos saberão: é no DAM!
Sabemos o que você está pensando... "Eu realmente preciso de um sistema de gerenciamento de ativos digitais para fazer isso? Não posso simplesmente configurar uma pasta compartilhada na nuvem (DropBox/Google Drive/Sharepoint)?" Bem, sim, você pode. Mas não se você realmente valoriza ou precisa de eficiência.
Saiba mais sobre os diferenciais entre um sistema DAM e o Sharepoint aqui
Uma das principais características do FotoWare é que seus arquivos não são armazenados em uma estrutura intrincada de pastas. Em vez disso, eles são organizados em acervos, onde cada arquivo é classificado com metadados - como palavras-chave, por exemplo. Isso significa que você não precisa se lembrar de como é a estrutura de pastas ou dos nomes de arquivos salvos para encontrar o que procura - basta pesquisar pelas palavras-chave, tal como no Google! Você também pode criar álbuns no FotoWare para facilitar ainda mais o processo de reunir todos os ativos relevantes para o seu projeto, sem a necessidade de ficar duplicando um mesmo conteúdo, só para salvar nas pastas específicas de cada evento que você participar.
2. Revisar material de eventos anteriores
Se você está participando de um evento pela primeira vez ou vem participando ano após ano, é vital que todo o material produzido com a sua marca seja atual e atraente. Sem um sistema de Gerenciamento de Ativos Digitais, este trabalho pode ser difícil, demorado e causar interrupções nas atividades dos outros colaboradores.
Digamos, por exemplo, que você queira examinar uma arteutilizada em um evento anterior: onde você poderia achá-la? Talvez você tenha uma estrutura de pastas para pesquisar - mas em quais pastas as artesestarão arquivados e como você pode localizá-las? Talvez você possa perguntar aos designers gráficos se eles lembram exatamente onde as armazenaram e gaste o tempo deles para ajudar a procurar... Ou apenas peça que lhe enviem alguma eventual versão que tenham armazenado em suas pastas pessoais... Só que tudo pode ser muito mais fácil e rápido do que isso!
Usar o sistema FotoWare significa encontrar material pregresso e recursos associados de forma simples - e sem duplicações desnecessárias! Como mencionado, cada item criado e usado é carregado no FotoWare e classificado com metadados, para que se possa encontrar facilmente qualquer coisa, quando necessário. Não precisamos nos preocupar em lembrar dos nomes de pastas e sub-pastas para localizar os arquivos; em vez disso, podemos pesquisar usando palavras-chave - por exemplo, "evento de marketing 2018" - e veremos a relação de todos os arquivos pertinentes. Nada de erros acidentais com o uso de conteúdo desatualizado ou imagens com pessoas que já não trabalham mais na empresa!
3. Colaboração fácil e eficiente
Com mais de 20.000 participantes e 1.500 fornecedores no MTEX, precisávamos ter certeza de que chamaríamos a atenção das pessoas durante a exibição. Para conseguir isso, nos armamos com um suprimento infinito das melhores guloseimas, pilhas de cobiçados brindes, um estande lindamente projetado, junto com folhetos atualizados e um vídeo contando histórias inspiradoras de nossos clientes.
Tudo isso exigiu a participação de vários colaboradores. Sem usar um sistema de gerenciamento do nosso acervo, teríamos que ficar trocando repetidas cópias e versões de arquivos por meio de serviços de transferência, como o WeTransfer ou emails, por exemplo. Qual o problema disso? Bem, novamente, consumiria mais tempo e recursos do que o necessário e, embora alguns minutos aqui e ali possam não parecer muito, tudo acaba se somando e muito tempo é perdido, no final das contas.
Com o FotoWare, podemos fornecer feedback aos demais membros da equipe,de forma rápida e precisa, graças ao recurso de anotações. Isso nos permite sugerir e definir mudanças a serem feitas nas artes, economizando tempo em todas as etapas. A colaboração não se perde entre emails, Slack feeds, chats do Skype e mensagens no WhatsApp - é tudo registrado e feito diretamente no arquivo armazenado no FotoWare. E como todos têm acesso, todos ficam sabendo o que está sendo sugerido e quais mudanças são feitas ao longo do caminho.
Estes são 3 grandes exemplos de como um sistema de Gerenciamento de Acervo Digital (DAM), como o FotoWare, pode aliviar o estresse de organizar o seu próximo evento de marketing.
Fonte: https://www.fotoware.com/blog/top-3-ways-digital-asset-management-can-help-you-prepare-for-business-events
Quer saber mais sobre o Digital Asset Management FotoWare? Continue acompanhando o nosso blog para descobrir como organizações no Brasil e no mundo gerenciam seus ativos digitais, economizando tempo e dinheiro no processo.
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DAM x SharePoint - Qual é a diferença?]]>Eunbyeol Kohhttps://www.amplex.com.br/single-post/2019/01/31/DAM-x-SharePointhttps://www.amplex.com.br/single-post/2019/01/31/DAM-x-SharePointThu, 31 Jan 2019 22:14:29 +0000
Uma das questões levantadas ao se considerar a adoção de um sistema de Gerenciamento de Ativos Digitais (DAM - Digital Asset Management) é se o SharePoint pode servir como uma alternativa viável para gerenciar o seu acervo, especialmente quando sua organização já está usando o Office 365. Um sistema de Gerenciamento de Ativos Digitais (DAM) e o SharePoint têm muito em comum, quando se trata de capacitar equipes para organizar, gerenciar e colaborar com ativos.
No entanto, será que isso significa que o SharePoint elimina a necessidade de um sistema de gerenciamento de ativos digitais e vice-versa?
Primeiramente, passemos pelo básico:
O que são DAM e SharePoint ?
Um sistema DAM é usado para armazenar e organizar conteúdo digital - imagens, vídeos, apresentações, documentos, logotipos, materiais de marketing e assim por diante - e facilita a colaboração com esses ativos. O principal objetivo do DAM é impulsionar o valor de um ativo digital, permitindo que você e sua organização encontrem, acessem, recuperem e (re)utilizem o conteúdo digital com facilidade.
Já o SharePoint, nas palavras da Microsoft, capacita o trabalho em equipe com sites dinâmicos e produtivos para cada equipe, departamento e divisão de projeto. Ele permite que você compartilhe arquivos, dados, notícias e recursos. Seu site do SharePoint também pode ser personalizado para otimizar o trabalho de sua equipe.
A principal diferença entre os dois
Como podemos concluir, pela definição de cada ferramenta, o SharePoint foi projetado especificamente para criar sites através dos quais as equipes podem colaborar e interagir. Um site do SharePoint, também conhecido como "site de equipe", funciona como o painel de trabalho, contendo vários recursos que ajudam na colaboração. Estes podem ser feeds de notícias, resumos de atividades recentes, calendários de tarefas etc. E como o SharePoint também permite que você faça upload e compartilhe arquivos digitais, ele possui a funcionalidade básica de um DAM – algo como uma espécie de versão light.
Por sua vez, um sistema DAM propriamente dito, se concentra na organização e no gerenciamento dos ativos digitais da sua organização. Ele ajuda você a navegar rapidamente por uma grande quantidade de conteúdo para encontrar exatamente o que procura. E o DAM brilha quando há um grande número de ativos digitais que os usuários precisam compartilhar, localizar e recuperar interna e externamente.
Os 3 principais benefícios do DAM
1.
Acesso fácil a ativos digitais através de metadados: A principal vantagem do DAM é a capacidade de localizar, acessar, recuperar e permitir o fácil uso de todos os ativos digitais, a partir de um único ponto de entrada. Ele garante que todos os arquivos sejam indexados e estruturados corretamente com metadados, para que possam ser pesquisados e recuperados facilmente. Mesmo que você não se lembre do título de um determinado documento que está procurando, ou mesmo do local onde ele foi salvo, você pode fazer uma pesquisa usando os metadados - diversos parâmetros, como tags, descrições, categorias e muito mais. O DAM também indexa o conteúdo de arquivos de diversos tipos, para que você possa procurar dentro do próprio conteúdo, seja uma planilha, um conjunto de slides ou um PDF, por exemplo.
2.
Consistência e proteção da marca: o DAM ajuda a manter sua marca consistente e atualizada. O uso de ativos é controlado por um determinado número de usuários autorizados, de modo que os ativos confidenciais e o material protegido por direitos autorais possam ser facilmente protegidos. Mesmo quando o acesso é compartilhado com alguém de fora da sua organização, como parceiros, fornecedores ou distribuidores, você não precisa se preocupar com o uso ilegal de seus recursos.
3.
Agilidade e produtividade: Alguns sistemas DAM, como o FotoWare, por exemplo, integram-se a aplicações populares, como Microsoft PowerPoint, Adobe InDesign e mídias sociais, permitindo o máximo aproveitamento dos seus ativos digitais. Você pode adicionar diretamente uma imagem a um documento, por exemplo, simplesmente arrastando e soltando a imagem desejada. E a maioria dos sistemas DAM, como o FotoWare, oferece uma API que permite aos integradores conectá-lo a praticamente qualquer sistema externo com o qual ele precise interagir.
Os 3 principais benefícios do SharePoint
1. Compartilhe e colabore: um site de equipe do SharePoint é um espaço de trabalho centralizado no qual todos os membros de sua equipe podem colaborar. Com a coautoria em tempo real, várias pessoas podem trabalhar simultaneamente em um documento, de sua própria estação de trabalho, em vez de fazê-lo separadamente. Você pode ver as mudanças de todos, conforme elas acontecem e discutir ideias sem sair do documento.
2. Envolva e informe sua equipe: assim como em uma intranet, você pode transmitir suas mensagens e gerar comunicações ou compartilhar recursos e notícias com suas equipes. Por exemplo, um calendário de grupo oferece visibilidade dos próximos agendamentos dos membros da equipe e permite que você coordene facilmente as reuniões com eles.
3. Acompanhe projetos e tarefas: cada equipe da organização pode criar sua própria sub-página. Pode haver um site da equipe de marketing, um site da equipe de vendas e um site da equipe de finanças, por exemplo. Cada site oferece uma visão geral de um projeto ou uma tarefa - quem é responsável ou quando ele precisa ser concluído - e mantê-lo no caminho certo.
Então afinal, quando preciso de um DAM?
Eu tenho um grande número de recursos visuaisEu preciso de um lugar "oficial" para armazenar arquivos dentro da organização, mas sem ter que me preocupar com a organização dos arquivos em uma árvore de diretórios complexaEu tenho que acessar, recuperar e usar os arquivos com frequência, dentro e fora do escritórioEu frequentemente compartilho ativos digitais interna e externamenteHá muitas pessoas envolvidas nos ativos com diferentes fluxos de trabalho e direitos de acessoA marca está espalhada por vários canaisMuitas vezes preciso usar meus recursos em outros aplicativos, como o PowerPoint, o Adobe InDesign e as mídias sociais
Quero extrair quadros (frames) chave e transcodificar vídeos
E quando preciso do SharePoint?
Preciso de um espaço de trabalho compartilhado, onde todos os membros da minha equipe possam se comunicar e colaborarEu preciso acompanhar meus projetos e tarefas em tempo realO gerenciamento da linha do tempo é fundamentalEu preciso colaborar em um documento simultaneamente
Quero receber o news feed da minha equipe e resumos de atividades recentes
Eu quero me manter atualizado com o cronograma da equipe e com um calendário de grupoEu preciso de um lugar exclusivo, ao qual somente os membros da minha equipe tenham acesso
Conclusão
A solução adequada à sua organização - DAM ou SharePoint - pode ser determinada pelas principais prioridades da sua equipe e pela maneira como você trabalha, bem como por quaisquer pontos problemáticos.
No entanto, uma solução não substitui as funcionalidades da outra:
O SharePoint é mais adequado ao gerenciamento baseado em projetos, em que o cronograma é relativamente crítico e onde você precisa manter uma comunicação próxima com os outros, já que não precisa acompanhar um grande número de ativos. O SharePoint mantém você atualizado sobre os eventos atuais de toda a sua equipe e organização.
E se sua equipe tiver muitos arquivos digitais e procurar maneiras de organizá-los com segurança e assumir o controle total deles, uma solução específica de Gerenciamento de Ativos Digitais (DAM!) será a resposta.
O melhor de tudo é que as soluções se complementam e podem ser integradas, permitindo que as equipes acessem um acervo central, implementado pelo DAM, de forma transparente, embora os arquivos continuem residindo em uma estrutura pré-definida do SharePoint. Pesquisas avançadas são realizadas e fluxos de trabalho são facilmente criados em um sistema DAM, como o FotoWare, por exemplo, sem duplicação de conteúdo e garantindo a consistência dos ativos.
Fonte: https://www.fotoware.com/blog/dam-vs.-sharepoint-whats-the-difference
Quer saber mais sobre o Digital Asset Management FotoWare? Continue acompanhando o nosso blog para descobrir como organizações no Brasil e no mundo gerenciam seus ativos digitais, economizando tempo e dinheiro no processo.
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Um guia rápido sobre formatos de arquivos de imagem]]>Alex Kronenberghttps://www.amplex.com.br/single-post/2019/01/10/guia-formatoshttps://www.amplex.com.br/single-post/2019/01/10/guia-formatosFri, 11 Jan 2019 00:27:23 +0000
Como líderes na área de Gerenciamento de Ativos Digitais, muitas vezes somos questionados sobre os inúmeros formatos utilizados para arquivos de imagem - especificamente sobre quais devem ser escolhidos para os mais diferentes propósitos. Embora seja fácil responder "qualquer um serve", raramente é esse o caso. Você vai precisar conciliar diferentes formatos para alimentar os diversos canais que utiliza para divulgar a sua marca. E o que você certamente deve fazer é preparar seu conteúdo para que ele possa ser reutilizado diversas vezes em diferentes canais (pense em tamanho e resolução, por exemplo). E, definitivamente, você não vai querer correr o risco de não conseguir abrir um arquivo no futuro, pelo fato do seu formato ter se tornado obsoleto (sim, essas coisas acontecem...).
Neste artigo, vamos nos concentrar nos formatos mais utilizados para imagens e nos seus prós e contras. Formatos diferentes servem a propósitos diferentes e, portanto, um princípio básico é manter o seu conteúdo na maior resolução possível (claramente, um logotipo de 32 x 32 pixels não vai servir muito, se em algum momento você precisar criar um banner impresso com esse logo). Naturalmente, você também deve levar em conta o custo para armazenar arquivos muito grandes - e por isso, consideraremos algumas opções que também incluem compactação:
JPEG
Este é um formato onipresente - e por boas razões. Quando você baixa fotos on-line, elas muito provavelmente estão no formato JPEG. A extensão deste tipo de arquivo é .JPG, por razões históricas - este formato surgiu na época do MS-DOS, quando os arquivos só podiam ter uma extensão de três letras (JPG).
O JPEG é um ótimo formato de uso genérico, mas ele usa um método de compactação que gera perdas. Isto pode ser um problema em algumas situações, mas não é motivo para descartá-lo. O formato JPEG economiza muito espaço em comparação com formatos não compactados e, utilizando um nível médio de compactação, você pode facilmente obter um bom compromisso entre o tamanho final do arquivo gerado e a qualidade necessária para produzir qualquer coisa que você precise no futuro.
Prós: Produz arquivos relativamente pequenos, adequados para a maioria dos usos e é um formato amplamente suportado pelas aplicações em geral.
Contras: Não permite criar transparências e a edição repetida (abertura e gravação) do mesmo arquivo pode degradar sua qualidade (facilmente evitada usando um baixo nível de compactação).
PNG
O formato PNG é mais recente e, graças ao seu suporte para transparências, tornou-se um sucesso entre editores da web. Ao contrário do JPEG, ele não utiliza compactação - o que torna os arquivos um pouco maiores - mas isso raramente é um problema para pequenas imagens usadas na web, principalmente na era atual da banda larga.
Prós: Adequado para uso na web, principalmente devido ao suporte
para transparência.
Contras: Sem compactação - o arquivo gerado é maior do que um JPEG com a mesma resolução.
GIF
O formato GIF teve seus dias de glória, quando as pessoas começaram a criar páginas pessoais no GeoCities, com ícones animados chamativos para se diferenciarem da multidão.
Embora muitas pessoas ainda "torçam o nariz" para os GIFs, eles recuperaram força recentemente, com a reprodução de vídeos na web. Um pequeno vídeo pode ser convertido em um GIF animado, que é suportado nativamente em navegadores e é reproduzido sem a necessidade de plugins de qualquer tipo. Embora o formato não inclua som, pode ser uma maneira prática de exibir uma tomada rápida de vídeo ou uma sequência de slides ou de capturas de tela.
Prós: Formato amplamente suportado, permite a execução de animações na web, sem a necessidade de plugins.
Contras: Limitado a uma paleta de 256 cores - o conteúdo original (imagem ou vídeo) é reduzido para um máximo de 256 cores.
WEBP
Este formato é bem mais recente que os demais e reúne várias características mencionadas acima. Foi lançado pela Google, com o objetivo de agilizar o carregamento de páginas web. Ele utiliza compressão (assim como o JPEG), oferece suporte para animações (como o GIF) e para transparência (como no PNG).
Entretanto, muitas aplicações ainda não estão preparadas para trabalhar com este formato.
Prós: Arquivos menores, com possibilidade de animação e uso de transparência.
Contras: Ainda não compatível com todos os softwares de edição ou exibição de imagens.
TIFF
Formato geralmente escolhido por profissionais de criação, o formato TIFF oferece suporte a camadas, transparência e outras sutilezas técnicas que esses profissionais apreciam. Como o padrão TIFF não utiliza compactação, os arquivos gerados costumam ser bem grandes. Embora seja possível aplicar compactações sem perdas (a maioria dos softwares profissionais - como o Photoshop - permite aplicar a compactação LZW, por exemplo), esse formato não é adequado para publicação direta na web.
Prós: Amplamente suportado, o formato incorpora recursos não disponíveis no formato JPEG.
Contras: Arquivos geralmente grandes, inadequados para publicação na web.
RAW
Os arquivos RAW formam um grupo à parte - praticamente toda câmera digital que suporta o formato RAW utiliza uma codificação proprietária para registrar os dados da imagem. Por esse motivo, os arquivos RAW costumam ser chamados de negativos digitais e precisam ser "revelados" (editados) digitalmente para produzir um arquivo que você possa exibir. Esse processamento é geralmente feito em softwares específicos (Photoshop Camera RAW, Lightroom, CaptureOne, entre outros), com grande flexibilidade de edição da imagem, sem perdas. Depois de processar as imagens em um desses softwares, você pode armazenar o resultado em qualquer um dos formatos mencionados acima.
Prós: Seu "negativo" digital pode ser "revelado" ou editado, com grande flexibilidade, por softwares específicos e salvo em qualquer outro formato.
Contras: Arquivos RAW não são aceitos pela maioria das plataformas e softwares mais populares e normalmente precisam ser convertidos para um formato mais "comum". O armazenamento a longo prazo de arquivos RAW é um risco, já que cada fabricante de máquina digital usa seu próprio padrão.
RAW + JPEG
Algumas câmeras digitais são capazes de gerar automaticamente uma versão RAW e uma versão JPEG de cada foto tirada. Isso naturalmente consome mais espaço no cartão de memória da câmera, mas o ponto positivo é que você pode facilmente descarregar a versão JPEG para publicação imediata na web, mídia social etc., sem a necessidade de editar a imagem RAW - que ainda estará disponível para uso com fins mais apurados.
Deve-se notar que muitas ferramentas de gerenciamento de fotos, como o FotoStation, permitem que você trabalhe com pacotes RAW + JPEG. Isso significa que o FotoStation combinará arquivos RAW + JPEG para que apareçam sempre como um único arquivo. Desta forma, ao gerenciar seus arquivos, adicionando metadados a eles, por exemplo, ou executando outros tipos de processamento que não envolvam a alteração de dados de imagem (lembre-se, os RAWs precisam ser "revelados"), as alterações feitas são aplicadas a ambos os arquivos - RAW e JPEG. Ao adicionar um número de referência, por exemplo, você pode facilmente usar o JPEG para recuperar o arquivo RAW mais tarde, mesmo que os arquivos se separarem em algum ponto de seu fluxo de trabalho.
Prós: Você tem o melhor dos dois mundos. Se você precisar fazer tratamentos elaborados, terá o a arquivo RAW à disposição. Mas se a qualidade do JPEG o satisfaz, você não precisará ter nenhum trabalho adicional e poderá descartar o arquivo RAW a qualquer momento, para economizar espaço de armazenamento.
Contras: Dois arquivos ocupam mais espaço do que um, no cartão de memória da sua câmera.
Conclusão
Embora seja mais fácil adotar um formato único para atender a todas as necessidades, você pode utilizar formatos diferentes para otimizar a relação entre qualidade, flexibilidade e custos de armazenamento.
E com um bom sistema de gerenciamento de arquivos digitais (DAM), você pode manter um único arquivo matriz de melhor qualidade no seu acervo e criar versões sob demanda, em formatos diferentes, de acordo com a finalidade. Isso economizará espaço e eliminará o trabalho de gerenciar formatos múltiplos de um mesmo ativo o tempo todo.
Entre em contato conosco para saber como podemos ajudá-lo a superar os desafios relacionados à grande variedade de formatos de arquivos disponíveis!
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Por que o Grupo Thomas Cook nos escolheu?]]>https://www.amplex.com.br/single-post/2018/10/07/Thomas-Cookhttps://www.amplex.com.br/single-post/2018/10/07/Thomas-CookSun, 07 Oct 2018 15:37:11 +0000
Thomas Cook é uma das principais empresas de viagens do mundo e possui unidades de negócio em diversas regiões do planeta. Anteriormente, as unidades regionais do grupo utilizavam sistemas diferentes para gerenciar seus próprios ativos digitais, o que causava problemas de consistência de marca e imagem em seus sites e mídias sociais. Conversamos com Pontus Wallin, Chefe do Banco de Imagens da Thomas Cook, para descobrir como a adoção do FotoWare como um sistema centralizado de Gerenciamento de Ativos Digitais impactou a organização.
Nome: Thomas Cook Group
Indústria: Viagens e Turismo
Tamanho: 22.000 funcionários
Ativos digitais: 306.000+
Desafios
Armazenamento Disperso
Os ativos digitais da Thomas Cook eram gerenciados de forma independente por cada unidade regional. Isso significava que, para qualquer alteração relacionada às imagens das empresas parceiras, cada regional precisava ser contatada separadamente.
"Um dos maiores problemas que tínhamos era no modo como as imagens de hotéis eram gerenciadas. Um mesmo hotel normalmente possui conteúdos diferentes para divulgação em diferentes regiões, de forma que, quando um hoteleiro queria mudar alguma coisa, precisava conversar com cada unidade regional para corrigi-la".
Imagens inconsistentes
Outro problema com o gerenciamento fragmentado de imagens da Thomas Cook é que havia falta de consistência entre as várias plataformas nos mercados.
"Nas mídias sociais e marketing, a principal questão era referente a consistência de marca. As unidades acabavam usando algumas imagens diferentes para as mesmas marcas, fazendo com que o visual não fosse o mesmo, o que afetava nossas diretrizes de marca".
Soluções
Fluxos de trabalho eficientes
A adoção do FotoWare como um sistema centralizado de Gerenciamento de Ativos Digitais para todos os mercados do Grupo Thomas Cook economizou uma quantidade significativa de tempo para a equipe da Thomas Cook e seus parceiros.
"Agora, eles [hoteleiros] nos contatam e nós fazemos as atualizações de forma centralizada, para que todos os mercados recebam as mesmas informações... Agora podemos trabalhar pelo menos cinco vezes mais rápido nessa área. Antes, poderia levar algumas horas para fazer uma atualização mais significativa, além de muita comunicação e investigação sobre com quem falar. Agora, as mudanças levam menos de 15 minutos e também economizamos tempo para os hoteleiros".
Maior controle sobre branding
Com todos os ativos disponíveis para todos os mercados em um sistema central, a Thomas Cook agora é capaz de garantir a consistência do fluxo interminável de conteúdo digital.
"Caso uma imagem esteja errada ou desatualizada, podemos corrigi-la instantaneamente no FotoWare e todos podem usar a imagem certa. Agora, temos um uso muito mais consistente e todos os websites regionais usam as mesmas imagens. E nas mídias sociais temos uma maior uniformidade visual".
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Uma imagem vale por mil palavras - por ocasião do Dia Mundial da Fotografia]]>https://www.amplex.com.br/single-post/Dia-Mundial-da-Fotografiahttps://www.amplex.com.br/single-post/Dia-Mundial-da-FotografiaWed, 29 Aug 2018 03:01:47 +0000
Com o FotoWare, queremos fazer a diferença - em tudo que fazemos!
Queremos ajudar a dar acessibilidade às massas, espalhar conhecimento e contar histórias importantes. Queremos ajudar nossos clientes a cumprir suas missões e preservar seus valores com responsabilidade e eficiência.
Praticamente todos em nossa equipe são apaixonados por fotografia - incluindo o fundador da Fotoware, que era Editor Chefe de Imagem no Aftenposten, quando percebeu que o mundo necessitava de ferramentas eficientes para o gerenciamento de ativos digitais.
Hoje, temos orgulho de constatar que centenas de empresas, que fazem a diferença no mundo através da fotografia, utilizam o FotoWare. E por ocasião do Dia Mundial da Fotografia, celebrado em 19 de agosto, queremos aproveitar a oportunidade para apresentar algumas das causas pelas quais nossos usuários e amigos lutam.
Compartilhe seu apoio: marque-nos em uma foto das mídias sociais que valha mais do que mil palavras para você.
1. Image Works
A Image Works é uma agência de fotografia independente, que reúne fotógrafos e coleções especializadas de todo o mundo. Suas imagens são provenientes de uma grande variedade de fontes, incluindo fotojornalistas de primeira linha, diversas agências afiliadas, coleções especializadas, museus e jornais. Contando com material tanto histórico quanto contemporâneo, o resultado é uma coleção incrivelmente diversa, porém selecionada, de mais de 35 milhões de imagens. Mais de 2.000.000 delas estão disponíveis através do site http://theimageworks.com
São Petersburgo, 21 de janeiro de 2017: Manifestantes se reúnem no Demens Landing Park, antes da Marcha de Solidariedade Feminina em St. Pete, no centro de São Petersburgo. A Polícia de São Petersburgo disse que 20.000 pessoas participaram deste evento, que se tornou, paralelamente à Marcha das Mulheres em Washington, a maior manifestação já realizada em São Petersburgo. © Tampa Bay Times / Edelheit Eve / The Image Works.
2. Wings of Support
A Wings of Support é uma iniciativa privada de funcionários da KLM. O objetivo é ajudar as crianças dos países para os quais a KLM voa, visando a educação, o abrigo e cuidados médicos. Desta forma, a Wings of Support pretende melhorar continuamente a qualidade de vida dessas crianças em seu próprio ambiente”.
https://wingsofsupport.org/about-2/mission-vision/
Foto: Wings of Support / Jouke van der Meer
3. Ami Vitale - fotógrafa da National Geographic
Ami Vitale já viajou para mais de 90 países, testemunhando não só violência e conflitos, mas também a beleza surreal e o poder transformador do espírito humano. Cobrindo desde guerras até aspectos ambientais e da vida selvagem em todo o mundo, Ami assumiu como missão contar as histórias das pessoas e o que as conecta a todos nós.
Foto: Ami Vitale.
No dia 19 de março, o último macho vivo de rinoceronte-branco do norte, faleceu no Sudão.
Ami Vitale contribui para o programa Lewa Wildlife Conservance: "Voltei recentemente de uma viagem ao norte do Quênia, onde tive o privilégio de testemunhar o trabalho vital que está sendo feito para proteger a vida selvagem ameaçada e fortalecer as comunidades locais que fazem parte do Northern Rangelands Trust e da Lewa Wildlife Conservancy". Esta é uma história tremendamente esperançosa em meio aos horrores que ouvimos todos os dias acerca do Quênia e da África, e seu apoio os ajudará a continuar seu trabalho.
4. World Food Programme
Assistindo 80 milhões de pessoas em cerca de 80 países a cada ano, o Programa Mundial de Alimentos (WFP) é a principal organização humanitária para salvar e mudar vidas, oferecendo assistência alimentar em emergências e trabalhando com comunidades para melhorar a nutrição e desenvolver resiliência nestes povos.
http://www1.wfp.org/overview
No âmbito do Programa de Resiliência e Mudanças Climáticas, em El Salvador, o WFP oferece treinamento agrícola na comunidade de Calavera, fortalecendo a resiliência das 163 famílias envolvidas. A principal fonte de renda da comunidade vem da agricultura de subsistência, muito embora o solo na área seja de baixa qualidade. Para melhorar isso, o WFP deu treinamentos de conservação do solo e forneceu sistemas de irrigação a todos os beneficiários, o que lhes garante a produção agrícola durante todo o ano. Os beneficiários notaram progressos em suas terras devido à conservação do solo, que melhorou a drenagem de água, as valas em declive e diminuiu a erosão. Os beneficiários também participaram de treinamentos práticos, aprendendo a cultivar vegetais em áreas de 400 metros quadrados por beneficiário. As famílias agora têm acesso a uma gama muito mais diversificada de alimentos - tomate, pimentão, berinjela, vagem, abóbora e coentro - e podem gerar renda, vendendo o excedente para comunidades vizinhas.
Os beneficiários recebem vales do WFP por sua participação no programa, utilizando-os para comprar mais alimentos para suas famílias.
Foto: WFP / Rein Skullerud / El Salvador, Departamento de Morazán, Município de Caopera, Comunidade Calavera, 07 de abril de 2017
Na foto: A beneficiária do Programa de Resiliência e Mudança Climática do WFP em El Salvador, Cristina Martinez Perez e sua família de sete pessoas, desfrutam de uma canja que ela preparou em sua casa na comunidade de Calavera. (A partir do canto inferior direito, no sentido horário: Maria Lidia Perez, Fabricio Gabriel, Ana Carmelina, Cristina Martinez Pérez, Santos Gregório, Yeimi Judith e Santos Alejandro Martinez).
Cristina só faz sopa quando recebe o vale do WFP, pois não pode pagar pelos ingredientes sem ele. O vale permite que sua família tenha acesso a alimentos variados, como frutas, carnes, cereais e laticínios. Além disso, o seu trabalho no programa agrícola proporciona uma renda própria, fruto da venda dos vegetais que ela cultiva.
5. PhotoVoice
Trabalhando em parcerias com outras instituições de caridade, ONGs e organizações comunitárias, a PhotoVoice projeta e oferece programas participativos de fotografia, narrativa digital e auto-promoção para grupos socialmente excluídos. A abordagem, pioneira e premiada, reúne artes e mídia em projetos que proporcionam voz, desenvolvimento de habilidades e mudanças sociais sustentáveis. A visão da PhotoVoice é um mundo no qual todos tenham a oportunidade de se representar e contar sua própria história.
https://photovoice.org/vision-and-mission/
© Kula Taro Wariyo 2015 | PhotoVoice | Christian Aid | 'BRACED' | Etiópia
Na foto: "Eu queria mostrar os efeitos da seca - tudo fica seco, incluindo as sementes que trazem recursos. No chão, as sementes não eram visíveis. Como aprendi a ser ativa na comunicação, resolvi usar as minhas mãos para revelar a medida exata da situação."
Página do projeto BRACEDPágina para doação
Quer saber como sua organização pode fazer a diferença através da fotografia e com o gerenciamento de seus ativos digitais ?
Entre em contato com a Amplex.
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Como o gerenciamento dos ativos digitais economiza tempo e promove a colaboração entre as equipes de Marketing e Vendas da Viastore]]>Alex Kronenberghttps://www.amplex.com.br/single-post/tempo-colaboracao-marketing-vendas-viastorehttps://www.amplex.com.br/single-post/tempo-colaboracao-marketing-vendas-viastoreMon, 23 Jul 2018 23:24:27 +0000
Zornista Nenova trabalha no Departamento de Marketing da Viastore, uma provedora internacional de sistemas e serviços para intralogística. Conversamos com Zornitsa para discutir como um sistema de Gerenciamento de Ativos Digitais ajuda nas suas tarefas diárias e, em uma perspectiva maior, economiza tempo e aumenta a eficiência dos seus colegas na empresa.
Qual é o seu papel na Viastore?
- Eu integro a equipe de Marketing e sou responsável por desenvolvimento de negócios e inteligência de mercado. Meu trabalho consiste na realização de diferentes tipos de análise de mercados, grupos alvo e concorrentes. Eu lido com a coordenação de campanhas de marketing e desenvolvimento e administração de nossas ferramentas de CRM e Gerenciamento de Ativos Digitais. Meu principal objetivo é gerar novos leads e aumentar o reconhecimento da marca para alimentar o funil de vendas.
Como você descreve o que a Viastore faz?
- A Viastore é uma empresa líder em sistemas de intralogística e o nosso foco é em consultoria, planejamento e melhoria constante de soluções de intralogística. Oferecemos aos nossos clientes excelência operacional em intralogística, para que eles possam armazenar e gerenciar mercadorias com muito mais eficiência, melhorar o desempenho de suas entregas, eliminar erros, operar com prazos curtos e aumentar a competitividade.
Qual é a principal função do sistema de Gerenciamento de Ativos Digitais na Viastore?
- Implementamos um sistema deste tipo para estruturar nossos ativos, habilitar pesquisas, evitar conteúdo duplicado em unidades locais e compartilhar coleções com colegas e agências.
Como os recursos digitais da Viastore eram geridos antes de usar um sistema de gerenciamento?
- Todos os ativos digitais eram salvos na Intranet e/ou em nossos discos rígidos, em diferentes pastas e subpastas. Não havia estrutura e processo transparentes e nenhuma opção de pesquisa baseada em palavras-chave. Ninguém tinha uma visão completa do que tínhamos, do que era novo ou de onde encontrar os ativos. Muitas pessoas diferentes eram responsáveis pela atualização e pelo fornecimento de ativos aos colegas, e muito tempo era desperdiçado pesquisando ativos e fornecendo-os para outras pessoas.
Quais eram os principais desafios enfrentados pela Viastore sem um sistema de Gerenciamento de Ativos Digitais (ou com o sistema anterior)?
- Nós tínhamos problemas principalmente com a pesquisa. Não era possível usar palavras-chave ou pesquisar "dentro" de documentos. Não havia possibilidade de encontrar todos os ativos digitais relacionados a um tópico específico, por exemplo. Além disso, muitos recursos eram redundantes, pois eram salvos em várias pastas diferentes. E depois de atualizar uma apresentação, era um grande desafio encontrar e atualizar todas as versões existentes. Para completar, como a maioria dos ativos digitais estava localizada em servidores na Alemanha, nossas outras unidades de negócios levavam muito tempo para abri-las ou baixá-las.
Qual o impacto destas questões na empresa e departamentos?
- Na maioria dos casos, nossos colegas procuravam o Departamento de Marketing para fazer as pesquisas e coletar todos os ativos relacionados a um determinado tópico. Isso resultava em uma maior carga de trabalho para o nosso departamento e em falta de agilidade para a equipe de vendas.
- Às vezes, nossos colegas não usavam a versão mais atual de apresentações ou documentos, pois criavam sua própria pasta com os arquivos relevantes e os usavam durante meses e anos. A lentidão para download do servidor na Alemanha também levava ao uso de versões ou arquivos antigos nas unidades de negócios regionais.
O que foi alcançado com a implementação de um sistema de Gerenciamento de Ativos Digitais na Viastore ? Quais foram os principais benefícios?
- Os principais benefícios para a Viastore foram a economia de tempo e o aumento de eficiência e transparência nas pesquisas e no compartilhamento de informações. Outro benefício foi uma maior flexibilidade para acessar o sistema de qualquer lugar e a qualquer momento. Em terceiro lugar, não há mais ativos desatualizados em uso.
Nos descreva um fluxo de trabalho típico seu, usando o sistema FotoWare no Departamento de Marketing
- Um fluxo típico é o processo de aprovação. Todos na empresa têm permissão e são bem-vindos para fazer upload de ativos digitais no sistema. Depois que os recursos são carregados e categorizados, os administradores (nós, do Departamento de Marketing) verificam a qualidade e a conformidade ao nosso padrão corporativo. Em seguida, podemos aprovar os arquivos, eventualmente adicionar mais palavras-chave e movê-los para o repositório (acervo) apropriado.
- Outro fluxo de trabalho típico está relacionado à criação de novos folhetos. Primeiro, criamos um álbum no FotoWeb onde salvamos todas as imagens relevantes. Às vezes, usamos comentários para facilitar a comunicação entre os membros da nossa equipe. Então, compartilhamos este álbum com nossa agência para que o designer gráfico possa baixar as imagens e inseri-las no folheto.
Quem são os principais usuários do sistema?
- Todos na empresa, inclusive em nossas unidades de negócios regionais - nos EUA, França, Espanha, Brasil, Rússia e República Tcheca - têm acesso ao sistema. No total, são mais de 500 usuários. Todos os departamentos da empresa usam o sistema para encontrar as versões mais recentes de apresentações corporativas, novas imagens ou vídeos e modelos de documentos.
Quantos ativos digitais são arquivados a cada ano, em média?
- No primeiro ano, aproximadamente 1.500 ativos digitais foram inseridos no FotoWeb e atualmente temos, aproximadamente, 2.000 ativos digitais gerenciados no sistema.
Zornista Nenova finaliza com a informação de que, agora, todo o pessoal do Departamento de Vendas está muito satisfeito por ter todos os estudos de caso, slides de referência, apresentações de produtos e soluções e novos comunicados para a Imprensa em um sistema, no qual eles mesmos podem encontrar e fornecer informações fácil e rapidamente a seus clientes.
Fonte:
Quer saber mais sobre o Digital Asset Management FotoWare? Continue acompanhando o nosso blog para descobrir como organizações no Brasil e no mundo gerenciam seus ativos digitais, economizando tempo e dinheiro no processo.
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FotoWare inaugura o uso da Inteligência Artificial no corte e classificação automática de imagens]]>Alex Kronenberghttps://www.amplex.com.br/single-post/2018/06/11/FotoWare-IA-tagshttps://www.amplex.com.br/single-post/2018/06/11/FotoWare-IA-tagsMon, 11 Jun 2018 20:32:52 +0000
Um recente projeto de cooperação entre FotoWare e Imagga inaugurou o uso da Inteligência Artificial no corte e classificação automática de imagens. A integração perfeita com a tecnologia de identificação visual da Imagga permite que usuários do Fotoware adicionem palavras-chave automaticamente e cortem fotos de uma nova maneira. A incorporação da Inteligência Artificial agora está ao alcance de todos nos produtos FotoWare.
Através da sua premiada tecnologia de aprendizagem em rede neural (Deep Learining), a Imagga sugere palavras-chave inteligentes, analisando automaticamente o conteúdo das imagens. Com um clique, os usuários do FotoWare podem facilmente adicionar palavras-chave relevantes às suas fotos e outros elementos visuais. O processamento acontece nos bastidores do módulo Color Factory do Fotoware e as palavras-chave resultantes tornam-se imediatamente disponíveis para os usuários do FotoWeb e do FotoStation.
A Imagga abastece os usuários do FotoWare com uma das bibliotecas de palavras-chave mais abrangentes, composta por mais de 23.000 palavras-chave. A classificação automática pode ser focada em objetos - identificando os itens que aparecem em uma imagem - bem como ter um foco conceitual - no que surgem termos como amor, felicidade etc.
Esta integração também possibilita destacar um detalhe em uma imagem, usando o corte virtual automático com reconhecimento de conteúdo. Ao analisar os objetos na imagem usando o Imagga Smart Cropping, o Color Factory sugere automaticamente um recorte em torno do foco principal da imagem, independentemente de sua posição, usando sua proporção preferida. O corte pode ser aplicado diretamente ao arquivo ou armazenado como um corte virtual, preservando a imagem original.
“Considerando a importância das palavras-chave no gerenciamento de ativos visuais, essa integração oferece o melhor dos dois mundos: a capacidade de processar rapidamente novos conteúdos sabendo que palavras-chave relevantes não serão esquecidas” - afirma Radmila Milenkovich, Gerente de Marketing da FotoWare. “A Imagga tem uma das soluções mais poderosas e escaláveis do mercado. Como gerente de marketing, eu uso todos os dias”.
“A tecnologia de Inteligência Artificial visual da Imagga é um complemento perfeito para a solução FotoWare” - diz Georgi Kadrev, CEO da Imagga.
“A Imagga tem o orgulho de fornecer poderosas ferramentas de classificação e corte de imagens integradas ao FotoWare, que é uma das soluções de DAM mais avançadas do mercado”.
Estima-se que até 10% das imagens de um acervo tornam-se inúteis por conta de classificações mal feitas ou mesmo ausência de palavras-chave, fazendo com que nunca apareçam em uma pesquisa. A integração do FotoWare com tecnologias de identificação de imagens e classificação automática de palavras-chave reduz drasticamente este problema. Os usuários do FotoWare podem reduzir consideravelmente o tempo que levam para classificar fotos e seus acervos se tornam mais completos e accessíveis.
“Nossos clientes já estão usando classificação automática e corte de conteúdo, mostrando como a Inteligência Artifical reduziu significativamente o tempo gasto na organização de suas fotos” - diz Radmila. “É sempre uma ótima sensação quando podemos adicionar um fator 'wow' a um produto e entusiasmar nossos clientes”.
Fonte:
Quer saber mais sobre o Digital Asset Management FotoWare? Continue acompanhando o nosso blog para descobrir como organizações no Brasil e no mundo gerenciam seus ativos digitais, economizando tempo e dinheiro no processo.
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O Museu Nacional de Oslo e a Transformação Digital]]>Alex Kronenberghttps://www.amplex.com.br/single-post/2018/04/19/Museu-Noruegahttps://www.amplex.com.br/single-post/2018/04/19/Museu-NoruegaThu, 19 Apr 2018 14:34:11 +0000
Visitamos o Museu Nacional de Arte, Arquitetura e Design de Oslo (Noruega) e conversamos com o arquivista Vidar Ibenfeldt. Vidar é responsável pela administração do sistema de arquivamento e ele e a equipe do Museu Nacional fizeram um ótimo trabalho na digitalização de arquivos do antigo museu.
Eles também estão iniciando alguns projetos interativos baseados em inteligência artificial, com o objetivo de, nas palavras dele, "aumentar o conhecimento e o compromisso com artes visuais, arquitetura e design, desenvolver o senso crítico, criar maior consciência histórica e tolerância para a diversidade".
Isso não seria possível sem o conteúdo do seu grande acervo digital, que tem mais de 1.000.000 de itens, incluindo as imagens de diversos ângulos de objetos, para criar fotogrametria 3D.
- Temos aproximadamente 100.000 fotos de alta qualidade, entre obras de arte e eventos, por exemplo. Nós tiramos de 50 a 100 fotos de cada evento e realizamos eventos quase toda semana! - explica Vidar.
O problema que o Museu Nacional enfrentava
- Os nossos ativos estavam espalhados em diferentes discos rígidos, em PCs diferentes, em todos os lugares. Não havia um repositório único de arquivos. Cada pessoa tinha seus itens armazenados em seu próprio computador. O Departamento de Fotografia, também responsável pelo acervo digital, precisava de uma ferramenta que permitisse obter uma visão geral de todos os ativos. Por isso, nos decidimos por um sistema integrado para gerenciamento de ativos digitais (DAM - Digital Asset Management) e escolhemos a FotoWare - esclarece Vidar.
- Antes disso, os fotógrafos tinham quase o dobro do trabalho do que têm agora, após produzirem suas fotos. Além de tratar as fotos, eles levavam muito tempo para classificá-las e inserir os metadados manualmente. O fluxo montado no novo sistema trouxe muita economia de tempo neste processo.
Museu Nacional da Noruega (Nasjonalmuseet / Annar Bjørgli)
Fluxos de trabalho como parte da transformação digital
O museu possui uma grande quantidade de ativos, usados por diversos departamentos dentro da organização. Com tanto conteúdo para manipular, fluxos de trabalho eficientes são essenciais para garantir que o mínimo de tempo seja gasto nas tarefas diárias. Vidar explica como os processos ocorrem no Museu Nacional:
- Começa com uma solicitação de algum cliente ou de um colega de outro departamento. Costumamos receber de 5 a 20 solicitações por dia. Por exemplo, o Departamento de Comunicação é responsável por alimentar o nosso site na Web, produzir boletins informativos e atualizar nossas mídias sociais. Se quiserem publicar alguma coisa e precisarem de uma foto específica, eles farão uma solicitação através do sistema. Quando recebo esta sinalização, eu verifico se temos os ativos em nosso sistema e os disponibilizo diretamente para eles. Algumas vezes, eu monto um álbum digital dentro do próprio sistema, a partir do qual eles podem visualizar e baixar as imagens que preferirem utilizar.
- Também temos clientes externos que podem solicitar imagens à nossa agência de imagens. Como estamos no início deste processo, o que temos atualmente é somente uma página na Web com informações sobre direitos autorais e preços, além de um formulário simples para que possam se identificar e informar o que procuram e a finalidade de uso.
Imagens de fundo (National Museum / Frode Larsen)
Como o "machine learning" pode ajudar instituições como museus e galerias de arte
Vidar está envolvido em projetos que buscam associar Inteligência Artificial ao processo de arquivamento:
- Inserir metadados é sempre um grande trabalho. Eu tenho acesso ao registro de pesquisas no nosso sistema de gerenciamento de ativos digitais e posso ver todas as palavras inseridas mas pesquisas feitas pelos usuários. Isso significa que posso identificar termos que eu não julgava serem palavras-chave relevantes, mas que são efetivamente utilizadas pelas pessoas em suas pesquisas e que seriam importantes na indexação do nosso material. Afinal, as pessoas pesquisam o que está em suas mentes!
- O uso de inteligência artificial vai nos ajudar neste trabalho de identificação de novas palavras-chave e aplicá-las aos nossos ativos.
Vidar cita outro caso de como a inteligência artificial poderá auxiliar o processo de entrada de metadados - como na preparação para campanhas comemorativas, por exemplo:
- No Halloween, vejo pessoas pesquisando por pinturas "assustadoras" ou "aterrorizantes", mas não temos essas palavras em nossos metadados. Porém, se a imagem for realista o suficiente, a inteligência artificial talvez possa determinar algo como sendo "assustador" ou "bonito", ou se tem um lago, uma floresta ou um barco, por exemplo, sem que a gente precise fazer estas descrições manualmente.
O mesmo se aplica no Natal, quando obras de arte podem ser usadas novamente em campanhas:
- Se descrições como "bonito", "neve", "inverno" etc. pudessem ser geradas automaticamente como metadados, seria de grande utilidade para os usuários, porque não temos tempo para inserir esse tipo de metadados manualmente. Não conseguiríamos digitar todas as palavras que as pessoas pesquisam.
Nasjonal Museet DAM - Munch Screenshot
Transformação a partir da informação
O Museu Nacional construiu uma escultura digital em 3D utilizando os metadados armazenados nos arquivos. O projeto foi feito com o apoio do Arts Council of Norway e criado em parceria com a Bengler AS. A obra é composta por blocos que representam os artistas e cujos tamanhos representam a quantidade de trabalhos de cada artista, existentes no museu.
- Se temos muitos trabalhos de um determinado artista, o seu bloco é grande e, se temos apenas alguns itens, a peça é pequena. Como resultado, temos essa escultura digital em 3D da nossa coleção, que pode ser vista de todos os ângulos. Você pode clicar nos blocos e obter as informações do artista e de todas as obras de arte em sua seção. Além disso, todos os artistas masculinos são exibidos como blocos azuis, enquanto os de artistas femininas são vermelhos.
É curioso observar que a escultura é quase toda azul - e Vidar aproveita a deixa para refletir:
- O poder dos metadados pode nos ajudar a ter consciência de como as artistas mulheres são sub-representadas e, em função disso, provocar discussões valiosas, gerando ações para lidar com tais desequilíbrios.
Escultura digital 3D (http://repcol.bengler.no/)
Fonte: http://www.fotoware.com/blog/digital-asset-management-helps-norways-national-museum-transform/
Quer saber mais sobre o Digital Asset Management FotoWare? Continue acompanhando o nosso blog para descobrir como outras organizações gerenciam seus ativos digitais, economizando tempo e dinheiro no processo.
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Do palco para a imprensa: Como a San Francisco Ballet gerencia e divulga seu conteúdo digital usando DAM]]>Alex Kronenberghttps://www.amplex.com.br/single-post/2018/02/21/Do-palco-para-a-imprensa-Como-a-San-Francisco-Ballet-gerencia-seu-conte%C3%BAdo-com-um-sistema-DAMhttps://www.amplex.com.br/single-post/2018/02/21/Do-palco-para-a-imprensa-Como-a-San-Francisco-Ballet-gerencia-seu-conte%C3%BAdo-com-um-sistema-DAMWed, 21 Feb 2018 05:09:02 +0000
San Francisco Ballet é a companhia de balé profissional mais antiga dos Estados Unidos. Situada em São Francisco e cercada por inovação e criatividade, esta clássica instituição acompanhou a evolução tecnológica e, agora, o conteúdo digital representa um insumo fundamental para a companhia.
As mais de 40 apresentações por ano resultam na geração de inúmeros conteúdos para divulgação e marketing.
Nos reunimos com o Diretor de TI Murray Bognovitz e com o Admnistrador de Conteúdo Erik Almlie, para descobrir como o atual sistema de Gerenciamento de Conteúdo Digital (DAM - Digital Asset Management) os ajuda a manter o controle sobre todo o conteúdo gerado.
Como o aumento da mídia digital impactou a San Francisco Ballet nos últimos anos?
Murray: O balé é uma forma de arte ao mesmo tempo visual e musical. E o movimento artístico da dança vem sendo fotografado ao longo de muitas décadas. Porém, com o avanço da tecnologia digital neste início de século, as câmeras digitais de alta definição causaram um impacto muito grande nas companhias de balé. Não só melhorou a qualidade das cenas fotografadas, como também aumentou a quantidade de imagens geradas pelos fotógrafos. O balé, assim como ocorre em outras atividades, evoluiu de um número gerenciável de fotogramas revelados, para uma imensa
oferta de imagens digitais que chegam a todo momento.
© Erik Tomasson
O que vocês fizeram para resolver os problemas causados por este aumento exponencial do conteúdo?
Murray: Nos perguntamos o que poderíamos fazer para dar conta desse volume. Começamos com um sistema que atendia bem a um único usuário, mas não era capaz de atender a organização como um todo. Também tinha deficiências no que se refere às nossas necessidades de catalogação. É fundamental termos metadados adicionados às imagens, como o nome do balé, quem o coreografou, o guarda-roupa, a iluminação e, não menos importante, a identificação dos próprios bailarinos. Tudo isso precisa ser associado a cada uma das imagens, porque de que outra forma as encontraríamos, caso simplesmente as salvássemos em pastas da nossa rede de dados? A companhia queria e precisava ter um sistema que permitisse o upload, entrada de metadados, facilidade de arquivamento e de edição e um processo de aprovação para publicação - então nos decidimos por uma solução colaborativa de gerenciamento de ativos digitais.
Como era o seu processo de aprovação de imagens antes de ter um sistema DAM?
Murray: No nosso caso, há uma pessoa inicialmente responsável pela seleção de imagens, que é nosso Diretor Artístico.
Erik: Antes, nós fazíamos a aprovação de imagens à mão, o que era muito ineficiente! Nós imprimíamos as folhas de contato para que o Diretor Artístico indicasse os fotogramas selecionados. Em seguida, nós imprimíamos estas fotos e caminhávamos pelos estúdios para mostrar aos bailarinos e perguntar quais fotos eram as melhores. Era bem complicado que o Departamento Artístico e os bailarinos tomassem decisões consistentes, sem falar em todo o volume de papel desperdiçado no processo. Portanto, havia tanto aspectos ambientais como questões de eficiência que precisavam ser trabalhados. Além disso, não tínhamos nenhuma forma de acompanhar oficialmente as aprovações, pois tudo era baseado em comunicações verbais e não tínhamos nenhuma prova vinculativa ou um registro documental das escolhas feitas. Realmente precisávamos implementar um sistema de aprovações para nos adequar aos padrões de governança estabelecidos por nossa empresa, além de manter um registro formal das aprovações.
E de que forma uma solução DAM ajudou a melhorar seu processo de aprovação?
Erik: Ter todo o material em meio digital resolveu a questão ambiental. E a criação de um fluxo digital de aprovação resolveu o problema gerencial. Criamos um fluxo em nosso DAM, onde cada grupo de usuários envolvidos nas aprovações está separado em classes. À medida que uma imagem é submetida ao processo de aprovação, ela passa sequencialmente por cada uma dessas classes. Em nosso processo, o primeiro grupo a revisar as fotos é o Departamento Artístico, responsável por escolher as imagens que melhor representam o Ballet como instituição e que melhor apresentam a coreografia. Então, após a seleção inicial do Diretor Artístico, as imagens ficam disponíveis para aprovação deste primeiro grupo, até terminar com os bailarinos fazendo suas escolhas finais com base em suas performances. À medida que cada grupo faz suas aprovações, as imagens desaparecem da sua respectiva fila de trabalho, evitando dúvidas sobre o que já foi aprovado ou não. Além disso, todas as aprovações - destinação, quem aprovou e quando - ficam registradas nos metadados de cada arquivo. O processo é incrivelmente eficiente.
Murray: Precisávamos de um fluxo de trabalho e o melhor é que o produto no qual investimos também possibilita a aprovação das fotos on-line, através da Internet. Os processos que tomavam várias horas das pessoas, agora acontecem em questão de minutos.
Poderiam descrever o que acontece com a equipe de mídia no dia de uma apresentação ?
Erik: Geralmente, quando estreias e eventos importantes acontecem, nós estamos sempre por perto, para garantir a seleção e liberação das imagens para o público o mais rápido possível. Os fotógrafos fazem os registros e enviam as imagens diretamente para nós. Nós carregamos algo entre 300-600 imagens de cada fotógrafo em nosso sistema DAM. Como o tempo é curto nestes eventos, não podemos passar pelo processo normal de aprovação - de forma que eu, o Diretor Artístico e eventualmente o coreógrafo nos reunimos de frente para o meu monitor e fazemos as seleções iniciais na mesma hora. Embora seja um processo manual, a informação de aprovação fica registrada no sistema. Assim, o Diretor Artístico pode se ocupar com os demais assuntos do evento, enquanto eu submeto o material selecionado à aprovação dos bailarinos. Depois de feitas as aprovações, aí é hora de processar os arquivos RAW e fazer a edição final antes de liberar as imagens para a imprensa no nosso site.
© Erik Tomasson
Como é gerenciada a distribuição de imagens para a imprensa?
Murray: Agora nós temos um site dedicado à imprensa. Uma vez que o processo de aprovação é completado, as fotos são liberadas neste site e os membros da imprensa com credenciais podem fazer logon e baixar as imagens que desejarem usar. Simples assim. Outras soluções implementam um processo parecido, mas é difícil conseguir uma solução tecnológica que faça tudo. O que se costuma achar é algum tipo de solução DAM ou MAM (Media Asset Management) que permite a criação de um fluxo parecido, mas então você se dá conta que precisa encontrar uma solução adicional para carregar e dar acesso às suas fotos no site. Você acaba tendo que investir em um outro sistema para fazer isso. No nosso caso, temos um único sistema, abrangente, que faz tudo o que precisamos.
Erik: Antes, até tínhamos uma seção do site que era exclusiva para a imprensa e armazenávamos as fotos publicitárias nela, mas o nosso WebCMS era incrivelmente complicado. Nós não conseguíamos fornecer imagens rapidamente, da maneira que queríamos, e não podíamos fazer mudanças com facilidade. Agora que temos um site implementado pelo próprio sistema DAM, quando as atualizações são necessárias, tudo é feito de forma instantânea. O site antigo exigia que passássemos por um processo de edição laborioso no WebCMS, para depois republicar todo o site e liberar as alterações para o público. O novo sistema fez uma enorme diferença, trazendo eficiência e facilidade de uso para todos os envolvidos, tanto na empresa como para usuários finais também.
Como se compara o tempo economizado agora com as práticas anteriores?
Erik: Se tivéssemos que mudar uma única foto através do CMS do nosso site, primeiro teríamos que criar três versões diferentes da foto. Como temos diferentes canais de divulgação, precisamos fornecer versões de tamanho adequado para impressão e uso da web, além de uma miniatura para o site. Desta forma, tínhamos que carregar esses 3 arquivos em nosso CMS e depois a editar as páginas. No total, isso provavelmente levava entre 15 a 25 minutos, mesmo que fosse para mudar um único item - e se alguém já estivesse alterando algo no site, eu teria que esperar na fila para fazer as minhas mudanças!
Publicar fotos depois de um evento geralmente levava de 2 a 3 horas. Era muito ineficiente, pois tínhamos que fazer essas versões diferentes de cada imagem, enviá-las e, em seguida, criar uma entrada para cada uma individualmente, exigindo informações em 5 campos diferentes para cada imagem, já que o CMS não conseguia extrair nada dos metadados.
Agora, é o paraíso, em comparação. É extremamente conveniente ter todos os metadados importantes exibidos automaticamente em nosso site, e qualquer alteração feita posteriormente não implica mais em fazer novas cópias e republicar todo o site. Agora é tudo muito mais simples, pois o site exibe informações diretamente do sistema DAM FotoWare. Além disso, o sistema gera automaticamente vários formatos e resoluções para nossos usuários finais, eliminando todo o trabalho de controle de versão e fornecendo uma ampla gama de opções. Em suma, é uma grande economia de tempo e esforço.
© Erik Tomasson
Quantas imagens vocês estimam arquivar a cada ano?
Erik: Nós registramos mais de 40 apresentações por ano e se você multiplicar isso por uma média de 500 fotos por apresentação, você tem uma idéia aproximada do volume que estamos falando. Isso não inclui as milhares de imagens que recebemos de cada evento social que promovemos. Normalmente, são geradas umas 2.000-3.000 imagens em cada evento, registrando cada pessoa famosa, cada doador e todos os figurinos - todo esse conteúdo tem um importante aspecto social. Adicione a isso os 20 a 30 spots de TV e vídeos que produzimos para redes sociais a cada ano, além de outras fontes de recursos como Escola, Educação, Marketing e Design. Para lidar com toda esta diversidade de material, nosso DAM está dividido em diferentes acervos e cada um exige diferentes fluxos de trabalho e métodos de categorização. Os acervos são separados, mas todos gerenciados em um único sistema DAM.
© Erik Tomasson
Fonte: http://www.fotoware.com/blog/san-francisco-ballet-using-dam-to-manage-content/
Quer saber mais sobre o Digital Asset Management FotoWare? Continue acompanhando o nosso blog para descobrir como outras organizações gerenciam seus ativos digitais, economizando tempo e dinheiro no processo.
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The Financial Times: Democratizando fluxos de trabalho e controlando direitos de imagem]]>Alex Kronenberghttps://www.amplex.com.br/single-post/2017/12/26/Democratizando-fluxos-de-trabalho-e-controlando-direitos-de-imagem-The-Financial-Timeshttps://www.amplex.com.br/single-post/2017/12/26/Democratizando-fluxos-de-trabalho-e-controlando-direitos-de-imagem-The-Financial-TimesTue, 26 Dec 2017 22:41:00 +0000
O Financial Times é uma das principais publicações de Economia do planeta, operando com escritórios em Londres, Nova York, Hong Kong e Manila, entre outras cidades. Nesta entrevista com Richard Burns, descobrimos como eles transformaram seu fluxo de trabalho e endereçaram questões de direitos de imagem, usando um sistema DAM (Digital Asset Management) na nuvem.
Qual é a sua função no Financial Times? Eu sou arquiteto de TI e faço parte da equipe de gerenciamento de conteúdo. Portanto, trabalho com os sistemas usados para produzir jornais impressos e conteúdo online. A importância deste trabalho cresceu mais ao longo dos últimos anos, e há cerca de 5 anos, um novo sistema de Gerenciamento de Ativos Digitais (DAM) foi incorporado ao nosso fluxo.
Qual a sua experiência com sistemas DAM? Nós tínhamos um sistema DAM gerenciado por terceiros desde 1999, mas ele estava ficando obsoleto e o acesso era limitado a cerca de 30 pessoas apenas. Somos uma organização global com escritórios em Londres, Nova York, Manila, Hong Kong e vários outros lugares, e o sistema antigo simplesmente não era capaz de atender à crescente demanda. Como foi instalado em 1999, era um aplicativo de desktop e nós tínhamos sérios problemas de latência. Pessoas em Hong Kong e Manila não podiam usá-lo, pois demorava 15 minutos para fazerem o upload de uma imagem, por exemplo. Era um grande problema. Praticamente, só podia ser usado em Londres e, então, começamos a procurar uma alternativa.
Que características específicas você procurava? O principal requisito era que o novo sistema fosse baseado na web e também acessível em todo o mundo. Encontramos alguns produtos que eram muito, muito caros e com arquiteturas complexas. Chegamos à conclusão que precisávamos de um sistema DAM independente e que fosse fácil de instalar, fácil de usar e pudesse ser disponibilizado para o maior número de usuários.
Como isso beneficiou o Financial Times? Expandimos nossa capacidade de servir imagens, de apenas poucas pessoas do nosso escritório em Londres para cerca de 150 pessoas em escritórios no mundo todo. As pessoas podem escolher facilmente as imagens que precisam, inseri-las no nosso sistema de gerenciamento de conteúdo e usá-las. O novo sistema DAM democratizou todo o fluxo de trabalho.
Além disso, quando começamos a usar o novo sistema, aproveitamos para dedicar um bom tempo na organização de questões relativas a direitos autorais. Agora, quando usamos imagens da Getty Images, por exemplo, sabemos se podemos distribuí-las e se podemos usá-las em mídias sociais ou não. Com o sistema antigo, ninguém realmente tinha controle sobre o que estava acontecendo, mas agora sabemos quais os direitos que temos sobre cada imagem. As mídias sociais são um grande canal e nossas outras publicações, como Investors Chronicle ou FT Adviser agora usam o novo sistema também.
Nós também fomos capazes de fazer mudanças na forma como recebemos e publicamos imagens no DAM, através de APIs. Utilizamos uma solução baseada na nuvem para publicar nossos ativos diretamente, em vez de usar FTP, por exemplo, que sempre vimos como um risco para nossa segurança.
Quem são os principais usuários do DAM? A equipe da Fotografia e os jornalistas são os principais usuários do sistema. No processo antigo, as pessoas tinham que fazer uma solicitação para a equipe de Foto, que tinha que procurar o material solicitado, separá-lo e enviá-lo para o sistema de edição de conteúdo. Em seguida, eles tinham que enviar o ID do material para quem o solicitou e só então o repórter ou editor poderia complementar o conteúdo com a imagem solicitada. Agora, o próprio repórter faz a pesquisa diretamente no DAM e seleciona a imagem que preferir para usar na produção da sua matéria.
Vocês estão usando o Fotoware na nuvem da Amazon. Como foi o processo de migração e quanto tempo demorou? A experiência foi ótima. Nós usamos a Amazon para diversos outros sistemas, então foi fácil migrar para uma nova instância lá.
Completamos todos os processos de migração em cerca de 6 meses. Como eu disse, usamos uma boa parte deste tempo para organizar as questões relativas a direitos autorais, que era um problema para nós.
Assim que lançamos o novo sistema, em paralelo com o sistema antigo, o uso do sistema antigo caiu drasticamente e ele parou de ser usado completamente em menos de três meses.
Como você avalia o retorno sobre o investimento no Fotoware para o Financial Times? Nós reduzimos pela metade os custos de suporte que tínhamos com o sistema antigo e agora temos mais controle sobre o software, porque entendemos muito melhor como são os processos e podemos fazer mudanças, quando necessário. Se tivermos um problema no meio da noite, normalmente podemos corrigi-lo. Há alguns anos atrás, tivemos que acionar o suporte remoto para nos ajudar a resolver um problema, mas agora estamos no controle total do sistema. Mais usuários estão usando o sistema e uma quantidade maior de fotos estão sendo publicadas por mês.
Fonte: https://www.fotoware.com/blog/how-the-financial-times-democratised-workflows-with-digital-asset-management/
Para descobrir como outras organizações se beneficiaram com um novo sistema DAM como o Fotoware, continue acompanhando o nosso blog.
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As maiores lendas sobre sistemas para gerenciamento de Acervos Digitais ou de Bancos de Imagem corporativos]]>https://www.amplex.com.br/single-post/2017/11/01/As-maiores-lendas-sobre-sistemas-para-Gerenciamento-de-Acervos-Digitais-ou-de-Bancos-de-Imagemhttps://www.amplex.com.br/single-post/2017/11/01/As-maiores-lendas-sobre-sistemas-para-Gerenciamento-de-Acervos-Digitais-ou-de-Bancos-de-ImagemWed, 01 Nov 2017 05:38:24 +0000
len·da in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
substantivo feminino
1. Narrativa ou tradição escrita ou oral de coisas ou .fatos fantásticos, muito duvidosos ou inverossímeis.
Assim como a maioria das coisas, o gerenciamento de Bancos de Imagem corporativos ou de Acervos Digitais (Digital Asset Management - ou DAM, em Inglês) está associado a uma lenda ou duas... ou seis...ou... Basta!
Convocamos nossos melhores "caçadores de lendas" para desmistificá-las, já que algumas podem estar impedindo você ou seu time de dar um próximo passo em direção à organização dos seus ativos digitais.
LENDA #1:
Eu já tenho uma ferramenta que faz isso...
Alguns sistemas corporativos (ERPs, GEDs etc.) têm um gerenciador de imagens embutido e algumas empresas podem até tentar sobreviver com estas ferramentas genéricas para gerenciar seus acervos. Mas uma solução própria de DAM é fundamentalmente diferente - ela coloca você no controle do seu acervo, ao invés de limitar ações com adaptações e causar frustrações.
LENDA #2: Substituir o sistema atual é difícil e caro...
Se seus usuários não estiverem totalmente satisfeitos com o sistema atual, eles não irão utilizá-lo corretamente. Desta forma, os processos acabam se tornando mais difíceis e ineficientes no longo prazo - isto sim custa caro.
O uso de padrões mundiais, conectores de banco de dados e APIs poderosas tornam a migração de dados para nossa plataforma uma tarefa fácil - nossos profissionais certificados têm anos de experiência em atividades como esta. Você pode ter um novo ambiente de trabalho em poucos dias. Para mostrar que isso é possível, oferecemos uma Prova de Conceito gratuita, caso necessário!
LENDA #3: Demora muito tempo para implementar um DAM...
Leva algumas horas para desenharmos um fluxo de trabalho em conjunto e cerca de duas semanas para termos seus ativos mais importantes migrados para o sistema Fotoware - incluindo o treinamento dos usuários. Isso é muito tempo?
LENDA #4: Preciso de um sistema DAM na nuvem, mas isto não é seguro...
As plataformas em nuvem que utilizamos - Microsoft, com certificação ISO 27001, por exemplo - são mais seguras do que a maioria dos centros de dados locais, pois utilizam criptografia, firewalls e sistemas de monitoramento, configurados e operados por especialistas em segurança, que trabalham em tempo integral para manter seus dados seguros. Seus ativos digitais são protegidos por leis norueguesas de privacidade (a sede da Fotoware está localizada na Noruega), que estão entre as 3 melhores do mundo.
LENDA #5: Um sistema DAM na nuvem também não é rápido o suficiente...
Nossa solução baseada em nuvem faz toda a magia para quase todos os usuários. Mas para aqueles que lidam com arquivos muito grandes e em grandes volumes, temos soluções híbridas que os permitem trabalhar de forma eficiente, localmente, enquanto armazenam e compartilham com segurança na nuvem.
LENDA #6: Falar em DAM é somente mais uma moda tecnológica...
Sistemas DAM existem para suportar seus processos e não para colocá-lo na vanguarda.
Nós acreditamos que sua equipe não vai deixar de usar suas aplicações favoritas. Na verdade, muitos dos nossos usuários nem sabem que utilizam um sistema DAM! Nossos plug-ins para aplicações Microsoft (Word, Excel, Powerpoint...), Adobe e diversos CMS servem os usuários de forma transparente, quando eles precisam localizar e utilizar itens do acervo digital.
Na verdade, é mais fácil do que procurar um arquivo perdido na sua área de trabalho - isso sim é "vanguarda"!
Agora você sabe que não deve mais se importar com lendas como estas, mas se você tiver outras dúvidas, teremos prazer em ajudá-lo. Entre em contato aqui e continue acompanhando o nosso blog!
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Localize, Processe e Compartilhe!]]>https://www.amplex.com.br/single-post/2017/09/20/LocalizeCompartilhehttps://www.amplex.com.br/single-post/2017/09/20/LocalizeCompartilheWed, 20 Sep 2017 13:54:00 +0000
Organize as imagens em projetos, acervos ou tarefas e compartilhe seus arquivos com outros colaboradores e clientes através da sua rede corporativa ou Internet. Arquivos também podem ser enviados (download/upload) através de dispositivos móveis, tais como tablets e smartphones. Todo o acervo é facilmente acessível através de uma interface amigável e que está disponível em 12 idiomas.
Fundada em 1994, a Fotoware é uma tradicional empresa do segmento de DAM (Digital Asset Management) e conta com uma ampla base de clientes na indústria editorial, mídia, mercado corporativo, serviços públicos e entre fotógrafos profissionais. Com milhões de licenças vendidas em todo o mundo, incluindo o Brasil, o sistema Fotoware é um sucesso mundial em ferramentas para gerenciamento de acervos digitais e é implantado e suportado aqui no Brasil pela Amplex.
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